quinta-feira, 16 de maio de 2013

BALADA: Um drink nas alturas em incríveis bares no topo dos prédios


Selecionamos 5 incríveis bares que ficam no topo de grandes prédios que além de drinks, servem uma bela vista. Os rooftop bars, como são conhecidos lá fora, estão espalhados por todos os cantos do mundo. Alguns mais extravagantes outros mais sofisticados, o importante é ter uma bela vista e se sentir no topo do mundo.
AER – THE FOUR SEASONS – MUMBAI

Uma vista panorâmica para cidade e entre seu drink e uma linda indiana um teto cheio de estrelas, assim é o Aer Bar, em Mumbai, que se estende por toda cobertura do Four Seanson Hotel Mumbai.  O local é ponto de encontro da elite de Mumbai, executivos e boa parte dos baladeiros de plantão, que pagam em média uma taxa de entrada 100 dólares por noite. Além de um nada simples bar, o local possui uma deliciosa cozinha com ênfase em carnes internacionais, queijos, trufas de pistache, salmão defumado com gengibre e sopas.  No fim da noite, o Happy Hour pode acabar em uma balada com champanhes e todos os cocktails com variação de DJ ou banda de jazz, a depender do dia. www.fourseasons.com

SANDS SKYPARK - SINGAPURA

Ocupando todo telhado do Hotel Sands, em Singapura, o Skypark tem uma piscina de borda infinita de impressionar, que é aberta os hospedes ou frequentadores do bar. Além disso, há disponível  um menu de cozinha asiática moderna, que é uma experiência única capaz de excitar qualquer paladar. Para quem está interessado em uma noitada, o local possui um clube com uma pista bem intimista, porém, com uma visão de 360o da cidade de Cingapura. Sem dúvida, uma festa para todos os sentidos. www.marinabaysands.com


ABOVE 6 – Nova York 

O “acima de 6” está localizado em um dos endereços mais disputados de Nova York, no teto do Hotel Columbus. E garanto que não é só a localização que faz deste bar/restaurante um dos locais mais bem frequentados do mundo. E para atender esta clientela exigente, possui um teto retrátil e um impressionante Sushi Bar, que você irá encontrar a bebida ideal para se admirar o sol sobre os edifícios vizinhos ou a vibe do ambiente noturno em uma mistura de velas e luzes da cidade. www.thompsonhotels.com

SKYE BAR - São Paulo

No meio de todo transito e agitação paulistana, nada melhor que ir a um lugar para se sentir um pouco longe do "caos", e quando chegamos ao topo da cidade de São Paulo para observar tudo isto, percebemos que não há nada mais bonito que apreciá-la. Localizado na cobertura do hotel Unique, o Skye possui uma piscina avermelhada e um incrível lounge com vista para o Parque do Ibirapuera e todo o horizonte de São Paulo. É uma excelente pedida para tomar um drink antes da balada ou experimentar a comida contemporânea assinada pelo Chef Emmanuel Bassoleil. www.hotelunique.com.br


Sirocco Sky Bar - Bangkok

Cenário do filme “Se Beber Não Case 2″, o Sirocco Sky Bar, em Bangkok, na Tailândia, impressiona logo de cara pelo seu design de interiores luxuosos e amplamente permeados por vidros tecnológicos e belos efeitos de iluminação. Situado no topo do sofisticado Hotel Lebua, foi eleito um dos restaurantes ao ar livre mais altos do mundo, com sua vista estonteante em 270º, englobando a cidade de Bangkok e o rio Chao Phraya. 
Com um serviço impecável que começa já no térreo do State Tower, edifício onde fica o hotel, recepcionistas indicam o caminho até o terraço do edifício, no 63° andar. Onde a cúpula dourada do restaurante Sirocco se destaca no meio daquela paisagem, enquanto os bartenders preparam os drinks, a mudança de cores do balcão envidraçado do impressionante Sky Bar. Os guarda-corpos em vidro que resguardam o espaço criam uma atmosfera lúdica e vertiginosa. Inaugurados em 2003, pelo escritório de arquitetura DWP, Design Partnership Worldwide, se tornaram logo uma atração turística. Com capacidade para 150 pessoas, o restaurante oferece cozinha mediterrânea e apresenta uma vista magnífica, enaltecendo o cenário de Bangkok. www.lebua.com/sirocco






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quarta-feira, 15 de maio de 2013

MUSA (INTERNACIONAL): Kate Upton, a modelo mais sexy do mundo


Mais uma vez o mundo se curva diante de uma loira sensual de ar ingênuo, cheia de curvas e uma pintinha no canto da boca. Você já viu essa história. Mas parece que o mito criado pela eterna Marilyn Monroe realmente criou um referencial de beleza e sensualidade que sempre vem à tona. Dessa vez a escolhida da vez é a modelo americana Kate Upton, de 20 aninhos, nascida no interior do estado de Michigan, e criada na Flórida juntamente com três irmãos e irmãs. Kate tornou-se conhecida quando posou para famosa revista americana Sports Illustrated Swimsuit em 2011, onde foi nomeada como Rookie of the Year (Novata do Ano). Devido ao sucesso, Kate voltou a posar para as edições de 2012 e 2013 onde foi capa da revista. 
Cada vez mais famosa, Kate chegou a desfilar para marcas como Beach Bunny, Dooney & Bourke, Guess, Guess lingerie, Jenna Leigh e RYGY Sport Swimwear, e ilustrar capas de revistas masculinas como a GQ e tornando-se a garota da vez.  Enquanto os homens cada vez mais caiam à seus pés, a crítica “especializada” em moda e beleza caia matando sobre seu corpo. “Foi difícil (lidar com os comentários, afinal a moça já foi considerada gorda por um site pró-anorexia). Você começa a pensar: ‘há alguma coisa errada comigo?”, disse Kate, mostrando que atualmente não está mais nem aí para os comentários. “Eu não tenho como mudar as coisas que as pessoas rejeitam. Não posso mudar o tamanho do meu sutiã. Amo meu corpo, é o que Deus me deu. Sinto-me confiante com ele, e se isso inspira outras mulheres a se aceitarem, ótimo”. Kate ainda revelou que na adolescência se sentia pouco feminina e chegou até a usar meias dentro do sutiã para aumentar os seios: "Mas eles cresceram de uma vez só por volta dos quinze. E fiquei muito orgulhosa deles


A MAIS SEXY DO MUNDO

Porém Kate Upton viu tudo isso mudar quando a “bíblia” da moda mundial, a revista VOGUE americana, se encantou por sua beleza e a convidou para estampar a capa da edição de junho. A capa e ensaio divulgados essa semana mostram uma Kate mais vestida, porém ainda mais sensual. Sob as lentes do famoso fotógrafo Mario Testino, Kate é apresentada como a nova “bombshell favorita dos Estados Unidos” comprova que é também realmente a mais nova queridinha do mundo fashion, considerada a número cinco do ranking de modelos mais sexy do models.com.

No ensaio da VOGUE Kate largou o biquíni que fez a sua fama nas capas da revista Sports Illustrated para exibir suas curvas generosas em elegantes roupas de banho no estilo Pin-up dos anos 1950. A polêmica sobre Kate dividiu opiniões quando o assunto é sua transição do swimwear para a alta costura. Kate nunca pisou em uma passarela de moda do circuito Paris-Milão e já chegou a ser banida dos desfiles da marca Victoria’s Secret pela diretora de casting Sophia Neophitou, que acreditava que a modelo tinha uma beleza vulgar, comum, como qualquer outra garota. 
Agora o mundo se curva diante dessa que promete ser a modelo mais em ascensão nos Estados Unidos e está prestes a dar um novo salto para novos vôos. Só que agora eleita como a “modelo mais sexy do mundo”, com a assinatura da revista VOGUE. Aguardem que ainda veremos muito Kate Upton por aí!
FONTE: GQ, O Globo, Sport Illustred

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terça-feira, 14 de maio de 2013

TECNOLOGIA: 10 Equipamentos eletrônicos de som & imagem de última geração

Em matéria de som e imagem a tecnologia parece não ter limites. Equipamentos cada vez mais potentes e cheios de recursos proporcionam uma experiência única a seus usuários criando novas emoções. Selecionamos dez gadgets que irão trazer o limite da perfeição em matéria de som e imagem, através de fones de ouvido de última geração, dock, TV´s e equipamentos para você montar o home theater dos seus sonhos.










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segunda-feira, 13 de maio de 2013

DIÁRIO DE BORDO: As famosas ilhas paradisíacas do Sul da Tailândia

O trajeto parece longo, pois é cheio de etapas. Madruguei e peguei um vôo do moderno e sofisticado aeroporto de Bangkok para Pukhet. De lá, é preciso pegar um taxi até o pier, a 45 minutos do aeroporto. Na saída do aeroporto, conheci um casal de belgas muito simpático, que estava começando sua lua-de-mel e também indo pra uma ilha na minha direção, chamada Ko Lanta. Sugeri rachar um táxi e seguimos. A viagem já fica interessante no barco, a partir do pier em diante, com o mar limpo, azul escuro e o visual de várias outras ilhas.

No fim da tarde, cheguei ao meu destino: Ko Phi Phi, ou ilhas Phi Phi (Ko significa "ilha" em tailandês). Ainda era tempo o suficiente para largar meu mochilão no hotel e correr à praia mais próxima, a uns 50 metros, para dar um mergulho e ver o pôr-do-Sol. Ko Phi Phi é uma ilha realmente de tirar o fôlego, uma das paisagens mais bonitas que vi na vida. É pequena, a mesma que foi totalmente destruída pelo último tsunami e também onde foi filmado "A Praia", com Leonardo DiCaprio. 

O dia seguinte foi um daqueles quase perfeitos. Só digo quase porque acordei com algumas picadas de bicho e descobri que na minha cama tinha vários 'bed bugs', uns besourinhos desgraçados chupa-sangue. E olha que meu hotel não era mal, mas tinha lido que isso já havia acontecido com outros viajantes lá na ilha. Pedi pra trocar de quarto e a noite seguinte foi tranquila. Bom, mas o dia foi espetacular. Fiz um tour de barco desde a manhã até o pôr-do-sol em volta da ilha inteira. Que água! E que paisagem! Uma mistura de mata, rochas na água cobertas com uma vegetação rasteira bem verde e uma temperatura do mar perfeita, nem fria, nem quente escaldante. E NENHUMA onda.



A primeira parada, foi na praia dos macacos, onde realmente lá estavam vários macacos na beira da água, recebendo banana dos turistas. Tinha um bem manso, que veio pegar na minha mão. Mas tinha dois menores que quando fui dar um pedaço de casca de banana do chão, não é que os dois começaram a rosnar igual cachorro com a boca aberta e correram pra cima de mim e de um Francês (Charles) que estava do meu lado. Fomos a piada do dia entre os outros turistas. Ao menos quebramos o gelo e todos os dez que estavam no barco se integraram. O Charles me apresentou a seus outros amigos: Jon, Victor 1, Victor 2, todos franceses que moram e trabalham juntos na China. Gente finíssima, tanto que daí em diante ficamos muito amigos a ponto de seguirmos viagem juntos. Viajar sozinho tem dessas coisas e nos deixa muito mais abertos aos bons acasos e entrosamentos.

Depois do momento "A Revolta dos Macacos", paramos em várias outras praias paradisíacas. Numa delas mergulhei e foi outro momento incrível. Aliás, levar uma máscara de mergulho nessa viagem é fundamental. Peixes e corais às pencas, em cardumes à nossa volta e de diversas cores. As praias do passeio mais surreais de lindas foram a Maya Bay (onde foi rodado o tal filme) e a Ko Phi Phi Leh, a ilha irmã gêmea de Ko Phi Phi Don, que é totalmente selvagem e inabitada.



Para fechar o dia, à noite, todos fizemos uma hora inteira de massagem tailandesa (a quinze dólares) com creme Aloe Vera pra refrescar o corpo depois de tanto Sol. Um daqueles confortos bons e baratos só encontrados na Tailândia.

Madruguei pra conseguir dar um mergulho (realmente foi muito pouco para Ko Phi Phi, perde-se muito tempo em translados.), encontrei com os franceses e pegamos uma balsa rumo à Krabi, depois um ônibus para Surat e finalmente outro barco pra Ko Phangan, meu próximo destino. Essa ilha fica a leste, do outro lado da costa da Tailândia em relação à Ko Phi Phi e é famosa pela Full Moon Party, uma festa sob a Lua cheia, à beira-mar e que reúne gente do mundo inteiro, atingindo em alguns meses recordes de trinta mil pessoas. No trajeto, ainda no ônibus, conheci o Wagner, um brasileiro de 25 anos que desde os 18 mora em Bali e estava passando uma temporada na Tailândia. Ele não tinha reservado nenhum hotel então terminou dividindo quarto comigo. Agora éramos seis. Os quatro franceses, o brasileiro e eu. Seis homens solteiros indo pra famosa Festa da Lua Cheia.

Chegamos à noite, jantamos e tomamos uma cerveja na praia. No dia seguinte, praia e à noite, A FESTA. Nunca vi tanta gente do mundo todo junta num lugar só. Tinha umas dez mil pessoas! Na praia, todos pintados ou tatuados com tintas fluorescentes, vários números com fogo, tipo um cara jogando bastão, outro cuspindo fogo e o pessoal bebendo - bebendo muito - em baldes pequenos coletivos. A música era pop e a mesma que toca nas baladas internacionais. Foi uma EXPERIÊNCIA com certeza e apesar da quantidade de pessoas, não vi uma briga ou confusão sequer. Diversão garantida, super recomendo!

Seguindo a viagem, ainda com fôlego, alugamos todos uma scooter, daquelas motinhas tipo Vespa (8 dólares por 24h) e fomos até o norte da ilha, atravessando matas, subindo morros, se perdendo juntos e passando por praias exóticas. No outro dia, antes de ir embora, eu ainda queria desbravar a parte nordeste, mais selvagem da ilha, com a scooter. Como ninguém aguentou me acompanhar, acordei às sete da manhã e fui sozinho. Precisava voltar a tempo de o táxi me buscar ao meio-dia, como combinado. No caminho, pra minha surpresa, de repente atravessa um elefante no meio da pista! Parei e percebi que eram quatro. Na verdade foram domesticados para fazer trilha com turistas. Não tive dúvidas e fui fazer o tour de meia hora. Dei comida para o elefante, olhei no seu olho mínimo, tímido e esverdeado, pedi permissão pra subir no seu pescoço, o guiei sozinho e fiz a trilha com sua orelha batendo nas minhas pernas. Fantástico.

Depois segui meu caminho, passei por uma estrada de barro no meio da mata e cheguei numa das praias mais bonitas da ilha, situadas no Nordeste de Ko Phangan. Retornei a tempo de me despedir dos meus recém amigos e agradecer pelos bons momentos, na certeza de que ainda nos encontraremos em alguma parte desse mundo cheio de boas surpresas!

Mas como a vida não é só de flores, meu regresso foi um verdadeiro desastre. Vacilei muito em comprar minha volta para Bangkok somente dois dias antes. Por causa do evento da festa, os trens, minha melhor opção, estavam lotados, os vôos, caríssimos, os ônibus melhores também lotados, ou seja, só me restou o pior. Saí do hotel ao meio-dia, pegar um barco, dois ônibus e supostamente chegar no outro dia em Bangkok às 6h da manhã, se o ônibus não tivesse quebrado no caminho e chegando somente às 9:30h. E para piorar a aventura, acho que éramos uns vinte mochileiros, quase todos foram roubados! Alguém estava no porão do ônibus, abriu e roubou quase todas as malas! O pior é que foram só coisas surreais: jeans, óculos escuros, barbeador, camisas, etc. Eu, por muita sorte, tinha trancado meu mochilão com o cadeado e ninguém mexeu. Então... Fica a dica para nunca viajar com uma mala sem cadeado! Acho que esse perrengue das condições de retorno foi um prenúncio da nova realidade, totalmente diferente, que me aguardava e se apresentava para preparar meu estado de espírito para outra experiência: a ÍNDIA. Meu próximo destino! 


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sexta-feira, 10 de maio de 2013

PERFIL: Para o alto e avante: Henry Cavill, o super-homem

Um ícone de justiça, caráter e força, essa é a imagem que o Super-Homem, o clássico personagem dos quadrinhos que surgiu em 1938 pelas mãos de Jerry Siegel e Joe Shuster, pela DC Comics, representa no imaginário coletivo mundial. Das várias adaptações para a TV e cinema, o personagem foi somando cada vez mais fãs, o que era para ser um ícone americano de poder e justiça se tornou uma das figuras mais populares ao redor do mundo. E em breve todos poderão conferir a mais nova leitura feita sobre a trajetória desse ícone mundial. Dessa vez sob o comando do ator Henry Cavill. 


Para muita gente talvez seja a primeira vez que saibam da existência de Cavill. O que pouca gente sabe é que antes de vestir a roupa azul com capa vermelha Henry Cavill atuou em diversas apresentações teatrais e perdeu alguns papeis importantes no cinema como o de Batman para Christian Bale. Chegou a ser chamado de homem mais azarado de Hollywood. Mas o passado passou e Henry é hoje o homem de aço (vale lembrar que ele também não passou no teste para Superman – o retorno!), prestes a se tornar o homem mais popular do mundo graças ao seu novo papel nas telonas. Azar a parte, Cavill fez o papel de Charles Brandon, o Duque de Soffolk cunhado de Henrique VIII da Inglaterra e inimigo da Rainha Ana Bolena na série épica The Tudors. Em seguida aí sim, veio o papel-título no filme Homem de Aço.


ENCONTRO COM O ÍDOLO

Aos 16 anos, Cavill teve a oportunidade de dar de cara com seu ídolo o ator Russell Crowe, que na época estava no auge com o papel do Imperador Maximus, em O Gladiador. Cavill, mesmo envergonhado, no meio de tantos outros garotos, criou coragem e foi até o ídolo. Apresentou-se e disse que queria ser ator como ele. Daí seguiu-se uma conversa bacana onde Russell falou de tudo sobre a profissão, tanto das partes boas como as não tão bacanas assim. O papo seguiu até que os meninos todos correram em direção a Russell para conseguirem autógrafos e imaginando a confusão que seria deu uma de guarda-costas e ajudou o ator a sair dali. Poucos dias depois, em sinal de agradecimento Cavill recebeu pelos correios um caixa com alguns doces Jersey (Cavill havia mencionado o lugar onde nascera), um pote de Vegemite, um CD da banda de Crowe (30 Odd Foot of Grunts, já dissolvida), e uma imagem de Crowe em Gladiador, com uma mensagem assinada: "Querido Henry, uma jornada de mil milhas começa em uma única etapa. Russell."

Ele nunca abriu os doces, nem comeu o Vegemite, nem retirou a imagem da caixa. Em vez disso, Cavill manteve a caixa intacta, e deu-lhe um lugar de destaque em seu quarto de infância, como inspiração e amuleto de sorte.



11 ANOS SE PASSARAM

E nos 11 anos que se passaram do encontro com o ídolo, Cavill participou do The Tudors, de Immortals, perdeu alguns papeis e reencontro Russel Crowe no ginásio Jones e por meses se exercitaram juntos, mas Cavill não deu uma palavra sobre o encontro anos antes. E o homem conhecido como o azarado de Hollywood poderia agora se considerar o grande sortudo, afinal, 11 anos antes, aos 16 anos, ele conheceu o ator que interpretaria o seu pai no filme considerado a grande oportunidade da sua carreira no cinema, e ainda por cima este ator é seu ídolo e atuou no seu filme preferido.




O HOMEM DE AÇO POR HENRY CAVILL

Em uma entrevista para a Total Film, Henry Cavill falou um pouco mais sobre seu personagem histórico no filme “Homem de Aço” de Zack Snyder. Veja a entrevista abaixo.

Sobre acordar durante a filmagem e colocar a roupa de Super Homem: “Eu amo usar a roupa! Você a coloca todas as manhãs e se sente fantástico. Quero dizer, você está vestindo a roupa do Super Homem, pelo amor de Deus!“


Sobre quanto tempo demorou para entrar no traje: “A equipe levou de cerca de 15 minutos a cada dia. Eles lutaram duro … vamos apenas dizer que nós ficamos muito próximos!“

Sua resposta à pergunta sobre o que ele tentou realizar com o papel: “Este não é um filme sobre Zack Snyder dirigindo alguma coisa, ou Henry Cavill interpretando um personagem… É um filme altruísta sobre um personagem que está passando pelo que ele está passando. Ele quer fazer a coisa certa, mas ele é falível, como o resto de nós. Ele erra, e que nos faz amá-lo mais.”

Sobre os rumores da Liga da Justiça: “A decisão será feita, eu tenho certeza, no fim de semana depois da estréia!“

Fonte: www.legiaodosherois.com.br






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quinta-feira, 9 de maio de 2013

CINEMA: Heróis em ação 2013 - Uma temporada com muita adrenalina e efeitos visuais nas telas



































Já estamos caminhando para o final do primeiro semestre do ano, e com isso os estúdios costumam trazer grandes estréias no cinema. Essa primeira safra de filmes de ação vem recheada de heróis, muitos efeitos especiais, ficção científica e a eterna batalha para salvar o mundo (ou Nova Iorque) da destruição. Monstros, robôs, heróis clássicos dos quadrinhos e até da literatura, fazem parte dessa 1ª parte de “Heróis em Ação 2013” e prometem muita tensão e bom entretenimento. 

Encabeçando tudo isso, temos o mais famoso dos heróis de gibi, em um dos filmes mais aguardados do ano, O Homem de Ação. Dessa vez o ator Henry Cavil encarna o Super-Homem nesse filme de Zack Snyder, que promete passar à limpo toda a vida do herói. Outro herói popular dos quadrinhos, e um dos mais queridos pelos fãs, é a volta de Wolverine, que dessa vez se vê tentado a ser um mero mortal. De resto temos um Brad Pitt correndo como nunca para salvar sua família (e o mundo) do ataque dos zumbis em Guerra Mundial Z, o visual incrível do novo Star Trek, Will Smith ao lado do filho descobrindo um novo mundo... e para abrir a temporada, mais um filme da franquia “Velozes e Furiosos”, dessa vez com cenas filmadas em Londres e muito mais gatas em ação. Guarde essas dicas na agenda e boa diversão!










































































quarta-feira, 8 de maio de 2013

MUSA: Daniela Cavalieri, a mulher do jogador Diego é uma supermáquina


Uma verdadeira máquina! É o que pode se dizer da bela morena Daniela Cavalieri, modelo que tem atraído cada vez mais holofotes à cada jogada do seu famoso marido, o jogador do Fluminense (e quem sabe da Seleção). Mas Daniela tem brilho próprio, brilho esse que ofuscou a Torre Eifel na época em que posou nua em Paris para um ensaio sensual. Daniela e Diego seguem firmes e fortes num romance que já duram 11 anos. Convidamos Daniela para um papo e de quebra um ensaio bem ao seu estilo. O resultado você confere logo à baixo (se é que já não foi lá conferir as fotos!).

Você hoje em dia é muito conhecida por ser casada com o jogador Diego Cavalieri, mas e antes de Diego, como era sua rotina, seu trabalho? Trabalho desde os 15 anos como modelo, já trabalhava em TV (desfiles), feiras catálogos e revistas.

Como vocês se conheceram e o que despertou essa paixão? Eu o conheci em 2003 na porta da minha casa, de pijama, descabelada. E já nos gostamos assim que nos vimos. Foi amor a primeira vista. (até ele brinca que pior do que aquilo eu não iria ficar). Foram 3 anos de namoro, 2 de noivado e 6 anos de casados.






Mesmo depois de ser mãe você continuou batendo um bolão em beleza e sensualidade. Como você se cuida e onde é mais vaidosa? Malho todos os dias de segunda a sexta, corro 7 km todos os dias, inclusive nos finais de semana, e faço tratamentos estéticos três vezes por semana. 
Sou mais vaidosa com meu rosto, tenho pavor de espinhas.

Por falar em vaidade, curte homens vaidosos? Existe algum limite? O que você curte e o que você não curte em vaidade masculina? Não ligo para a vaidade, tipo fazer unha, curto como meu marido que não faz unha, mas está sempre bem vestido e cheiroso.

Posar nua em Paris foi mais fácil que viver na Europa sem falar o idioma? Claro que não, foi difícil igual, e sempre muito desconfortável ficar nua na frente de uma lente. Tive que tomar muito vinho. (risos)

Pelo jeito a nudez não é um tabu para vocês. Como você lida com isso e como o Diego encarou isso depois? Eu lido com um trabalho artístico e meu marido graças a Deus desde o começo me apoiou, até por que antes de assinar o contrato ele foi o primeiro a saber, e me deu muito apoio. Ele é um homem muito seguro.

Você é à favor de brincadeirinhas e brinquedos para esquentar a relação do casal? Eu acho que entre quatro paredes vale tudo.

O que realmente pode destruir uma relação, a monotonia ou uma traição? A monotonia. 
















































É mais fácil perdoar uma "pulada de cerca" do companheiro do que manter uma relação sem desejo sexual? Eu não conseguiria nunca manter uma relação onde não existisse desejo de ambas as partes.


O que os homens ainda não sabem sobre as mulheres? Tudo! (risos) 

Quais os elementos perfeitos para uma noite romântica? Uma boa companhia e uma boa garrafa de vinho.

Existe cantada perfeita? Alguma já te agradou? Sim, a última que recebi já dura 11 anos. (risos)

Que recadinho você gostaria de mandar para os leitores da MENSCH... Desde já gostaria de agradecer o carinho de todos e deixar o meu muito obrigada a toda equipe.





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terça-feira, 7 de maio de 2013

CRÔNICAS & INDAGAÇÕES: Pronto, falei! Escolhas e preferências devem ser respeitadas e ponto!


Ando com muita dificuldade em conviver com pessoas herméticas, aprisionadas e tensas. São seres que não se permitem a alegria de ser, de estar, de usufruir o simples e rico fato, de estarem vivos. Vivem censurando, criticando e focando suas existências em julgar e condenar tudo e todos. Entendo que certa crítica, seja inerente ao ser humano, mas pessoas assim, vivem na janela da vida, sem ao menos experimentar a delícia de evoluir, mudar, arriscar, entender ou respeitar as escolhas de cada um. O que mais me espanta nesse universo crítico é a gratuidade. A pessoa do nada e aparentemente sem nenhuma motivação lança flechas verbais em direção à outra, sem o menor filtro ou pudor emocional.

Isso com certeza é uma nova modalidade de violência. Uma agressividade, uma impetuosidade desnecessária que ativa ódio e ressentimento, sem a menor necessidade. Dentro desse panorama negativo, existem também, as modalidades mais brandas e rotineiras de se metralhar o próximo. E me questiono como fica a nossa liberdade de expressão, alvo de inveja, rancor e a mercê de juízes e paladinos da verdade. O que falta em leveza, se excede em prepotência e ausência de uma crítica maior: a auto-crítica. O que é bom para uma determinada pessoa, não se encaixa para outra e assim é a vida. Posicionar-se é uma coisa, agredir é outra bem diferente.

Posição devemos ter e adotar, até como fonte de atitude e de opinião. Escolhas e preferências devem ser respeitadas e ponto! É preciso viver como se estivéssemos sempre de mudança ou de partida. Não criar raiz nesse sentido, gera mais compreensão e mais entendimento. Bom ter sempre uma malinha por perto, para não fixar residência nas certezas. Não há incoerência em mudar, não há contradição em ser inteligente e popular ao mesmo tempo, por exemplo. Somos livres e interessantes o suficiente para mudarmos de opinião, termos outra visão. Que bom que isso acontece. Isso denota maturidade, aprendizado e vivência.

Essa semana causei um enorme espanto, por estar ouvindo e dançando uma musica popular. Havia nessa observação uma crítica à minha opção musical. Não fiz um pacto de fidelidade com o Jazz ou com a MPB, ao ponto de não sentir vontade de dançar ao som do Sorriso Maroto ou do Naldo. Não tenho um perfil monotemático, nem nunca me propus a isso. Hoje me sinto bem mais leve do que anos atrás, o peso do tempo não engordou a minha alma. Pelo contrario, vivo de dieta de produtos nocivos ao meu bem estar. Repaginei minhas musicas, meus livros, minhas prioridades. Adotei naturalmente um estilo mais prosaico de viver e de ver o mundo. Menos expectativa e mais aproveitamento. Sei dos problemas do mundo, da necessidade de se salvar o planeta, mas preciso da pitada da alegria no meu dia a dia pra sobreviver a toda essa responsabilidade que nos cerca. Há poesia sim no cotidiano, na rima boba, na melodia fácil. E se há contentamento, vale à pena.

Faço em meu universo as minhas escolhas, planto minhas arvores e faço o bem, sem ter a pretensão de mudar o mundo. Observo, me informo, mas não me conecto. Entendo, absorvo, mas não guardo. Já estou em uma fase em que arrumar os armários e desarquivar informações, só me acrescenta e revigora. Não quero ser a mais inteligente, a mais articulada, a mais culta. Escutei uma vez que pessoas que gostam de dançar, são as que menos cultivam o hábito da leitura. Que pensamento é esse, que afirma que pessoas que se movimentam são burras?

Esses arautos e filósofos de plantão estão sempre a nos patrulhar com suas farpas melancólicas. Talvez se dançassem de vez em quando, fossem mais doces. Estou de bem com o mundo, estou com a maré. Danço conforme a musica e me sinto bem assim. O que me importa se a TV que assisto é de direita, se ela me entretém e me dá prazer? O que me interessa se o compositor que curto, tem uma vida pessoal nada ortodoxa?

Essa gente que se apropria da cultura em favor de uma ideia e posse de uma verdade, são escravos e prisioneiros de uma ideologia que não vingou. Nem toda contestação é válida, nem todo luto é real. Há causas humanas e mais nobres para serem discutidas. Essas mesmas pessoas que execram ideias e ideais, se chocam quando um líder de uma seita religiosa avança em nossas direções atacando nossos valores mais preciosos. São tão diferentes assim? Há formas de se mostrar contrariedade e de se posicionar, com menos veemência. Exerça a sua opinião de forma mais sutil e delicada. Se ninguém perguntou a sua opinião, não dê. 

Críticos de plantão são pessoas frustradas. São reservatórios de mágoas e toda essa volúpia censora, não os satisfaz. São pessoas com semblantes tensos e com atitudes e gestos rigorosos. Não relaxam nunca. São uns chatos que se aposentam do prazer de viver cedo demais. Envelhecem ainda bem jovens. A vida tem que ser suave, a brincadeira tem que ser justa e sincera, o humor deve ser generoso e sutil. Até os humoristas estão se levando a sério demais, quando perdem o censo e o limite do respeito ao próximo. Estão se tornando tiranos e absolutos  em seus esquetes pretensiosos. Há certo autoritarismo disfarçado de arte e de protesto gritando por aí. Há fartura de soberba entre nós. Estamos sendo bombardeados por uma nova safra terrorista. O terror agora é moral, é ódio disfarçado de opinião.
Hoje entendo perfeitamente a alegria descompromissada de pessoas de classes mais populares. Elas são espontâneas em suas manifestações culturais. Amam o simples, veneram e elegem o descartável com tanta naturalidade e fazem suas escolhas sem buscar parâmetros ou aprovações. A novela ”Avenida Brasil” de forma muito hábil, retratou o subúrbio do Rio e sua riqueza no universo da naturalidade. Fez críticas sutis ao povo da Zona sul, onde a mesma naturalidade já não se faz presente. 

Conservemos nossos valores e essência, mas respeitemos aqueles que por alguma razão do destino, se renderam ao simples e doce estado de ser feliz. Excesso de senso crítico pode fazer muito mal a saúde. “Eu quase que nada sei. Mas desconfio de muita coisa.” Disse com propriedade João Guimarães Rosa em “Grande Sertão Veredas”. Em um momento tão endurecido como esse que vivemos, talvez um pouco menos de “inteligência”, seja um grande sinal de perspicácia...




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